terça-feira, 30 de junho de 2009

Lançamento de coleção: crianças

Morando na serra conheci muitos cariocas. Casais bacanas com filhos também bacanas. Um deles tem uma fábrica de sapatos infantis adoráveis - Babu Uabu - e esse fim-de-semana, para divulgar um novo ponto de venda, teve lançamento no Leblon (super carioca!) com direito a frozen yogurt e frutinhas. Delícia! E oportunidade das nossas filhas - que estudavam juntas -, se reencontrarem. Foi tudo ótimo! Parabéns!

Hípica

Presente para quem passa pela Lagoa é também a Hípica. A visão da charmosa entrada, o descampado da área de saltos ou mesmo os cavalos - que sempre se contrastam com as montanhas - é algo inspirador, mesmo olhando das grades que cercam o espaço. Até elas têm sua graça. Há na Hípica um restaurante com clima interessante: móveis sóbrios e lustres suntuosos que se abrem para janelões simpáticos que quebram a seriedade e invadem de luz e tranquilidade o clima de qualquer almoço. O Restaurante da Sociedade Hípica Brasileira está aberto para sócios e não sócios e foi um ambiente muito agradável para um encontro de amigos no meio da semana.

sábado, 27 de junho de 2009

Paredes

rua

escola

parque

quinta-feira, 25 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Programa de domingo: carioquices

Passear com a família na Lagoa, num sol gostoso de inverno. Assistir à filha se divertir no Parque dos Patins, olhando o Cristo Redentor. Sentar num dos decks da lagoa e deixar o tempo passar. E, como não poderia deixar de ser, matar a sede com Matte Leão e comer Biscoito Globo.

domingo, 21 de junho de 2009

sexta-feira, 19 de junho de 2009

De feijão e de cachaça


Logo quando abriu, meu sogro nos levou na loja da Barra da Tijuca para comer um escondidinho (uma carne seca temperada 'escondida' num creme de aipim e queijo..huumm...). D-I-V-I-N-O. Virou menu registrado na família. Um tempo depois, também com o sogro, soubemos da feijoada, mas para quem morava longe e não frequentava com regularidade, ficamos no 'escondido'. Ano passado, retornando de breve viagem com as crianças a vontade de comer FEIJÃO definiu o lugar: vamos na Academia da Cachaça . Dali não paramos mais. Com prêmios como melhor botequim, melhor brasileiro e diversas vezes melhor feijoada do Rio, passou a ser um destino certo nessa nova morada carioca.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Vivo Rio

Assistimos ao Pilobolus no Vivo Rio, ao lado do Museu de Arte Moderna. Não foi a primeira vez no espaço, mas foi a primeira a assistir em cadeiras sem mesas e a viver um equívoco estrutural: a ausência de inclinação no chão, criando diferentes níveis que garantam uma boa visibilidade. Havia telões nas laterais que ajudavam a identificar partes impossíveis de serem vistas diretamente, mas ao assumir essa estratégia, eu ficava consternada pois não estava lá para assistir a um vídeo... A deficiência estrutural não foi minimizada sequer pelo expediente de colocar as cadeiras de modo descasado, garantindo uma visibilidade no 'entre cadeiras'.
As dificuldades não foram maiores porque escolhemos um lugar central, perto da mesa de luz e na última fila, o que evitou incomodarmos pessoas atrás de nós (não havia ninguém, apenas o corredor de passagem, antes da área das mesas) quando nos espichavámos para ver alguma coisa. Detalhe: fomos com a filha pequena que teve dificuldades maiores, apesar de usufruir, por vezes, do colo do pai.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Vida cultural

Uma das coisas boas de estar por aqui é a oportunidade de uma mais intensa vida cultural. Da visita regular e demorada às livrarias, passando pelo cineminha e chegando nos espetáculos mais esporádicos, o Rio é uma metrópole e nisso não há comparação com a serra.

sábado, 13 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Banco

A regra é encontrar os pilotis cheios de estudantes e muito barulho, mas se chegar cedinho pode se surpreender e encontrar os bancos vazios...

terça-feira, 9 de junho de 2009

Lagoa Rodrigo de Freitas: caminho

Cedinho.
Era meu caminho entre a casa e o trabalho quando morava em outra cidade, mas continuou sendo depois da mudança. É um frescor passar por ela pelas manhãs, mesmo que não seja à pé e mesmo que seja só de passagem.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Abusos no trânsito


O trânsito no Rio de Janeiro é célere e eu gosto disso, pois em Petrópolis as pessoas demoram a decidir o que vão fazer ou costumam dar seta para um lado e seguir para o outro...bem...

Mas junto com uma dinâmica com o qual me identifico mais, o Rio de Janeiro tem um trânsito pesado, próprio das cidades cosmopolitas, e com MUITA falta de educação. Os carros grandes (normalmente de pessoas abastadas) podem fazer manobras no meio da rua e entrar na contra-mão como se nada fosse e ainda olhar pra você com indignação porque você não o permitiu fazer um ABSURDO qualquer. Tenho várias histórias, mas nem todas registradas. Uma, entretanto, eu cliquei. Dia de chuva e os bueiros entupidos fizeram do trânsito da Lagoa ficar caótico para todos, mas sobretudo para pedestres e ciclistas que viram sua pista invadida por motos e automóveis (dos grandes, como percebem). Para quem não conhece, a pista de veículos é do carro vermelho para a esquerda, pois na direita, ao lado da Lagoa é só de pedestres e ciclistas... As duas moças tiveram de ser rápidas e sair do espaço reservado para elas para não serem atropeladas pelo Jeep preto.

domingo, 7 de junho de 2009

ECO 2009: a escola e a família

A ECO é uma atividade anual da nova escola, mas foi a nossa primeira. Envolveu cada turma numa investigação diferente. A 'nossa' foi sobre a água, com a Lagoa Rodrigues de Freitas como tema. Visita, palestra, oficina, tudo documentado (pela escola) e comentado (em casa). O resultado foi apresentado no último sábado de maio. Depois de subir a rampa, encontramos salas com exposições e atividades, respondemos ao questionário que gerava um alerta sobre nossos costumes e compramos bolo feito por alunos. Gostosa manhã em família e felicidade pela adaptação na nova cidade.




Coisa boa: perto do trabalho

Morava numa cidade e trabalhava em outra. Era estrada todo dia, tempo longo, desgaste, cansaço. Uma das melhores coisas de voltar é a proximidade no percurso casa-trabalho-casa. Qualidade de vida.

sábado, 6 de junho de 2009

Carioca da gema

Segundo a Wikipédia:
"O termo carioca (do tupi-guarani kari oca, "casa de branco") é o gentílico dos habitantes ou naturais do município do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro. A expressão "carioca da gema" designa indivíduos nascidos e criados na cidade do Rio de Janeiro, filhos de mãe e pai cariocas. A "gema" se refere ao fato do indivíduo ser oriundo de dois cariocas, ou seja ser carioca antes mesmo de nascer. O "carioca da clara" é o carioca que tem pais nascidos em outros lugares."

Bom, meus pais são cariocas e eu nasci na 'cidade maravilhosa', o que me garante o epíteto de 'carioca da gema', mas...

... quando criança fui morar na serra, passando lá toda minha adolescência e boa parte da vida adulta (ainda que de forma intermitente). Fui criada num clima de cidade pequena que tem charme (quem conhece Petrópolis sabe do que estou falando) e não está muito distante do burburinho da antiga capital do Brasil. Uma cidade com um clima mais frio e um ritmo mais lento. Gostei. E muito, ao ponto de me ver diferente dos 'cariocas da gema' - ah, identidades...

Pois bem, de volta à cidade, conhecendo e redescobrindo coisas, depois de anunciar meu amor pela serra (aqui), resolvi anunciar também as coisas boas (e não tão boas) da cidade em que nasci.

Ah...

Na Wikipédia também consta:
"Também é conhecido como "carioca" o café fraco. O café que se bebe, quando é feito com uma quantidade menor de pó do que o habitual ou quando se reaproveita o pó do primeiro café, é conhecido em Portugal e em algumas regiões do Brasil como "carioca"."

Para isso, duas palavras: adoro café e e sou meio portuguesa, seja lá o que isso for.


O mapa do Rio de Janeiro é de João Teixeira Albernaz ( 1624), um dos cartógrafos d'El Rei que ajudaram a construir um Brasil de portugueses.