Há 11 anos atrás assisti ao show do Paul McCartney no Maracanã. Foi demais.
Um super concerto com uma qualidade técnica pouco vista além de ser Paul McCartney. Achei sensacional.
Ontem, adorei . Considerei a performance mais próxima não só pelo esforço de Paul em falar português, mas sobretudo por emanar uma sensação de que ele 'sentia-se em casa' , algo como se soubesse o que ia acontecer... um conforto bom, de diálogo com o público. Da outra vez assisti no meio da confusão, perto de um canhão de luz, agora, assisti em circunstâncias favoráveis, num camarote, sem as tradicionais dificuldades para banheiro, sentar, e etc. (apesar de ter visto que foi tudo tranquilo para quem não estava na minha situação). Por que o comentário?! Porque apesar do conforto, gostei mais de 1990: sem estar lá no meio, a vibração foi outra. A experiência continuou maravilhosa, mas, nostalgia ou não, fiquei com saudade da sensação de antes.
Emoção apoteótica.
A beleza arquitetônica do Engenhão somou-se às luzes da platéia. Foi lindo.
Com a camisa da seleção brasileira
Gran Finale