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sábado, 19 de março de 2011

Casa Granado:1870

Desde que me entendo por gente, uso produtos Granado.
Os sabonetes Phebo, especialmente o cravo, são o cheirinho da minha madrinha
e acredito mesmo que aprendi a amar os glicerinados por causa deles. O polvilho antipséptico é referência da tia-avó, e o nome mesmo - Granado - soa como as certezas (ilusões) boas com as quais montamos nossa identidade local: era pra mim o desenho de um Rio antigo, vivido por meus familiares mais velhos. O passado como autoridade e como colo. No dia da visita à exposição do Escher, caminhei um pouco pela Primeiro de Março para mostrar a cidade à filha. Havia me esquecido da Granado e foi uma surpresa boa encontrá-la com suas claras vitrines (montras) e pesada porta com ferragens antigas. Podia ter tirado uma foto, esqueci. Terei de voltar... Oba!


terça-feira, 30 de junho de 2009

Lançamento de coleção: crianças

Morando na serra conheci muitos cariocas. Casais bacanas com filhos também bacanas. Um deles tem uma fábrica de sapatos infantis adoráveis - Babu Uabu - e esse fim-de-semana, para divulgar um novo ponto de venda, teve lançamento no Leblon (super carioca!) com direito a frozen yogurt e frutinhas. Delícia! E oportunidade das nossas filhas - que estudavam juntas -, se reencontrarem. Foi tudo ótimo! Parabéns!