segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dia de festa no Engenhão

Domingo: noite linda para o amistoso com o Corínthias.
Era entrega das faixas de Campeão Carioca...
O Engenhão foi só festa para celebrar o Botafogo!de joelhos

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Garça solitária

Depois das chuvas, o canal com sua água barrenta acolheu - fora do lugar - uma garça da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Ler os céus

As chuvas no Rio de Janeiro deram uma trégua, mas no último sábado, antes de sair da cidade, não sabia como interpretar o que o céu me dizia: sua negritude sugeria chuva, mas o rasgo de azul enfrentava a densa nuvem... No privilégio do depois posso dizer: não choveu.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Confeitaria Colombo

Prometo que num chá da tarde faço fotos pessoais, mas depois de citá-la e não ter imagens adequadas, senti-me compelida a trazer de outros olhares.
Aqui, o salão onde ocorreu o casamento e o buffet.
http://flaviaalmas.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

Antes da chuva, a felicidade

Casamento de ex-aluna que ganhou o mundo e hoje faz mestrado em Madrid. Linda todos os dias, ganhou um dia especial na Confeitaria Colombo, um dos endereços mais tradicionais e belos de nossa cidade. As fotos não fazem jus ao evento, mas merece o registro.

Mesa e companhia de queridos alunos, ex-alunos e professores.

Os noivos, as amigas e a felicidade.A barra da saia do vestido: os nomes das solteiras...Segundos antes de lançar o buquê.

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...não do clima, mas da necessidade de reformas: urbanas e de hábitos.

Há duas semanas, cliquei o Cristo - símbolo da cidade - com as estruturas para reforma e hoje, depois das chuvas, para além da informação sobre o que nos ocorre no dia-a-dia da cidade, seu sentido se multiplicou.

A chuva e o caos

Sem postar há um tempinho, havia outros assuntos para comentar, mas o impacto do último me fez alterar a ordem das coisas.
Segunda, dia 5 de abril, saí da escola da filha debaixo de temporal impiedoso. Nos vários caminhos para casa, tudo algado e carros parados. Na expectativa de chegar e na esperança de ruas em melhores condições, enfrentei uma contra-mão onde já não víamos o asfalto; passei por várias ruas do mesmo modo e, pertinho de casa, acabei com água quase na janela. Consegui subir na calçada, próximo a um prédio, garantindo que o lado do carona ficasse sem água e o lado do motorista com pouca água. O choro da filha desesperada vendo a água entrar já não era contido com a idéia de 'aventura' que conseguira manter, mas foi revertido quando o pai, à pé, chegou onde estávamos. Nós duas saímos do carro e seguimos à pé para casa. O pai, depois de ver um carro branco (abaixo) ser empurrado e passar diante de nós, identificou passagem por onde era possível conduzir e chegar em casa. Perdi a placa e o carro agora faz um barulho estranho.
Ontem, terça, depois de uma madrugada de temporal incessante, o Rio de Janeiro expôs toda sua fragilidade: da singularidade da natureza que retém água da chuva aos descaminhos da urbanização - onde o asfalto impede a absorção - e da política, somados à falta de educação dos moradores - que rotineiramente lançam nas ruas e rios o lixo -, tudo contribuiu para uma tragédia .
Lugar mais alto na calçada onde consegui ficar.

Automóvel que foi empurrado.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dia 22 e duas vezes bolo, então...

...duas vezes mais velha... ...agora quase centenária.
:)

Está em reparo

sábado, 20 de março de 2010

Quintas animadas

Motivos distintos para ficar feliz. Na primeira, a amiguinha veio dormir aqui em casa e junto às muitas conversas e risadas até tarde, foi oportunidade para pizza em família. Na quinta seguinte, uma amiga historiadora lançou seu livro no Museu da República. Noite agradável entre pessoas queridas, com petiscos e bebidinhas, chorinho e samba. Parabéns Márcia, o livro ficou lindo!

Obras: do bem e do mal

Estão recapeando a Linha Vermelha - via de acesso ao Rio de Janeiro. Ler isso parece apenas algo 'do bem', da atenção da prefeitura ou da melhoria da cidade. Não é bem assim, é 'do mal' também. O planejamento para o momento das obras é desconexo com o volume de fluxo e invariavelmente aqueles que dependem do acesso enfrentam trânsito ainda maior do que o esperado, mas não é só. Presa no tal trânsito, cliquei a sujeira que se acumula nas laterais: por certo culpa dos usuários mal-educados, capazes de lançar fora do automóvel seus pacotes de biscoito, latas de refrigerante ou garrafas de água, mas também dos funcionários responsáveis pela melhoria, pois vemos sacos e mais sacos de cimento ou outros materiais usados nas obras. Uma vergonha.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Carnaval: êxtase de olhos puxados

Carnaval: evolução mangueirense

Carnaval

Não, as férias não se estenderam até meados de março, mas, ao retornar, não consegui administrar o tempo do trabalho e postar tornou-se um luxo que eu não poderia desfrutar. Hoje me determinei: devo quebrar o silêncio ou terminarei nele.

Chegamos no sábado depois do carnaval, mas já com lugares marcados na Sapucaí. Pude, apesar de chegar no fim, ver minha escola do coração e me emocionar.
A oportunidade exigia que deixássemos as malas em casa e saíssemos novamente, portanto, foi no dia seguinte que nosso ritual 'retorno de viagem' se realizou: FEIJOADA no Academia da Cachaça.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Saí de férias

Até a volta!
Aproveitem a vista da baía de Guanabara!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Chez Anne



O Estação Gávea fica no Shopping da Gávea, pertinho da PUC, pertinho de casa, então... várias são as referências de lá. Porém, antes de voltar para o Rio, antes da virada do século, já frequentava um lugar que merece nota. É o Chez Anne. Fica no térreo e apesar de ser altamente reconhecido por seus docinhos e salgadinhos, oferece um almoço acessível e super gostoso. Sou fã das panquecas com salada, que são iguais desde sempre - padrão de qualidade.




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Dias diferentes, mesmo lugar II

O filme mais recente? Intenso, delicado, lindo. "Where the wild things are". Aguardava ansiosa desde meados de 2009, quando tive notícias. Pude ir com a filha que, quando saímos, perguntou: "mãe, você teve vontade de chorar?". Antes e agora.

Dias diferentes, mesmo lugar

Ir ao cinema: um prazer à parte. Eu e meu marido adoramos, mas depois que as crianças nasceram, nosso ritmo compulsoriamente diminuiu. Hoje, recuperamos um pouco, fazendo também deles, apreciadores da arte. E se cinema continua um programa especial, com o burburinho da entrada e o cheirinho da pipoca (quase nunca eu como) ou a descoberta do lugar na sala escura, o filme é o foco. Há o dia certo para ver cada tipo de filme, afinal nossos sonhos e humores movimentam-se. Mas não apenas, há nossos sentidos, mas há também a qualidade do que se apresenta: eu não vejo qualquer coisa. Não que faça coro contra blockbusters, mas escolho, e não são todas as salas que me oferecem o que procuro. O Grupo Estação é um privilégio. Eles se formaram na época em que estava na faculdade e ganhava minha autonomia, o que por si já é um marco, mas muito além de Botafogo - o primeiro - eles ganharam a cidade e multiplicaram as oportunidades para os amantes do bom filme. Aqui vocês vêem o foyer do Estação Gávea quando fui com a filha e parte do Ateliê Culinário, quando fui com o marido.