sábado, 8 de maio de 2010

Prainha: Dia das Mães, primeira versão

Promoveríamos um único almoço com as respectivas mães, mas confusões e compromissos impediram. Hoje almocei com a minha, amanhã almoçaremos com a dele. O de hoje foi uma surpresa agradável. Surpresa por não conhecermos o lugar, mas também por ser escolhido na contingência: o cunhado indicou um peixe num lugar bonito, mas as chuvas do Rio impediram nossa passagem e ficamos num outro peixe e em outro lugar bonito. A tarde foi um presente: o clima, o ambiente, a comida e até a atendente! Ela era um amor...
Não visitava a Prainha - distante do centro do Rio - há uns 20 anos (!), mas a beleza do entorno se manteve e é lugar a ser visitado mais vezes!

'Mirante da Prainha': ombrelones à distância

pastéis de camarão, siri e queijo & pargo na brasa

flores do lugar

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE (2)

Confraternização em meio ao Seminário.A chance de ouvir outros sotaques dizendo da História e da vida. Conversas sérias e outras nem tanto. Sorrisos e 'causos'. Oportunidades raras, pessoas únicas. Um jantar divino!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE (1)

Casa cheia e um dia de emoção. Estávamos na UERJ, uma das 'casas' de Manoel Salgado. O conferencista era o presidente da ANPUH, seu amigo e na função que há pouco o próprio Manoel ocupara. E ali estávamos nós, seus professores, seus alunos, seus amigos, seus leitores - os historiadores. Muitas foram as palavras e as lembranças, especialmente num dia dedicado às relações da História com a Memória.

Mas foi dia de emoção também pela conferência inspirada de Durval Albuquerque, pela oportunidade de sentar-me à mesa com Ulpiano Menenes e Luciana Heymann e por poder ver o sempre sorriso dos alunos. Foi muito bom! E amanhã tem mais!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE

Bons pesquisadores, boas cabeças e o desejo de pensarmos nosso ofício. Promete.
Minha mesa é no primeiro dia.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Privilégio

Essa semana perdi duas grandes pessoas. Um mestre e um amigo. O mestre conheci no Rio, na graduação e acompanhou-me em várias etapas da formação até nos tornarmos colegas de profissão. Sua capacidade e rigor era dosada com uma generosidade incomparável no meio acadêmico e fazia dele alguém muito, mas muito especial. Fico feliz de ter, mais de uma vez, verbalizado o quanto gostava de ouvi-lo. Ele sabia. Sinto saudades desde sempre, mas quero aqui louvar o privilégio de tê-lo conhecido. Manoel Salgado.
Roubei a imagem de uma grande amiga: começamos juntas nossa trajetória e a admiração pelo mestre era a mesma. Obrigado Ivana.

Terça animada

Outra amiga querida, outro livro lançado. Ipanema, Livraria da Travessa e o Botafogo presente... Tudo de bom.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dia de festa no Engenhão

Domingo: noite linda para o amistoso com o Corínthias.
Era entrega das faixas de Campeão Carioca...
O Engenhão foi só festa para celebrar o Botafogo!de joelhos

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Garça solitária

Depois das chuvas, o canal com sua água barrenta acolheu - fora do lugar - uma garça da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Ler os céus

As chuvas no Rio de Janeiro deram uma trégua, mas no último sábado, antes de sair da cidade, não sabia como interpretar o que o céu me dizia: sua negritude sugeria chuva, mas o rasgo de azul enfrentava a densa nuvem... No privilégio do depois posso dizer: não choveu.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Confeitaria Colombo

Prometo que num chá da tarde faço fotos pessoais, mas depois de citá-la e não ter imagens adequadas, senti-me compelida a trazer de outros olhares.
Aqui, o salão onde ocorreu o casamento e o buffet.
http://flaviaalmas.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

Antes da chuva, a felicidade

Casamento de ex-aluna que ganhou o mundo e hoje faz mestrado em Madrid. Linda todos os dias, ganhou um dia especial na Confeitaria Colombo, um dos endereços mais tradicionais e belos de nossa cidade. As fotos não fazem jus ao evento, mas merece o registro.

Mesa e companhia de queridos alunos, ex-alunos e professores.

Os noivos, as amigas e a felicidade.A barra da saia do vestido: os nomes das solteiras...Segundos antes de lançar o buquê.

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...não do clima, mas da necessidade de reformas: urbanas e de hábitos.

Há duas semanas, cliquei o Cristo - símbolo da cidade - com as estruturas para reforma e hoje, depois das chuvas, para além da informação sobre o que nos ocorre no dia-a-dia da cidade, seu sentido se multiplicou.

A chuva e o caos

Sem postar há um tempinho, havia outros assuntos para comentar, mas o impacto do último me fez alterar a ordem das coisas.
Segunda, dia 5 de abril, saí da escola da filha debaixo de temporal impiedoso. Nos vários caminhos para casa, tudo algado e carros parados. Na expectativa de chegar e na esperança de ruas em melhores condições, enfrentei uma contra-mão onde já não víamos o asfalto; passei por várias ruas do mesmo modo e, pertinho de casa, acabei com água quase na janela. Consegui subir na calçada, próximo a um prédio, garantindo que o lado do carona ficasse sem água e o lado do motorista com pouca água. O choro da filha desesperada vendo a água entrar já não era contido com a idéia de 'aventura' que conseguira manter, mas foi revertido quando o pai, à pé, chegou onde estávamos. Nós duas saímos do carro e seguimos à pé para casa. O pai, depois de ver um carro branco (abaixo) ser empurrado e passar diante de nós, identificou passagem por onde era possível conduzir e chegar em casa. Perdi a placa e o carro agora faz um barulho estranho.
Ontem, terça, depois de uma madrugada de temporal incessante, o Rio de Janeiro expôs toda sua fragilidade: da singularidade da natureza que retém água da chuva aos descaminhos da urbanização - onde o asfalto impede a absorção - e da política, somados à falta de educação dos moradores - que rotineiramente lançam nas ruas e rios o lixo -, tudo contribuiu para uma tragédia .
Lugar mais alto na calçada onde consegui ficar.

Automóvel que foi empurrado.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dia 22 e duas vezes bolo, então...

...duas vezes mais velha... ...agora quase centenária.
:)

Está em reparo

sábado, 20 de março de 2010

Quintas animadas

Motivos distintos para ficar feliz. Na primeira, a amiguinha veio dormir aqui em casa e junto às muitas conversas e risadas até tarde, foi oportunidade para pizza em família. Na quinta seguinte, uma amiga historiadora lançou seu livro no Museu da República. Noite agradável entre pessoas queridas, com petiscos e bebidinhas, chorinho e samba. Parabéns Márcia, o livro ficou lindo!

Obras: do bem e do mal

Estão recapeando a Linha Vermelha - via de acesso ao Rio de Janeiro. Ler isso parece apenas algo 'do bem', da atenção da prefeitura ou da melhoria da cidade. Não é bem assim, é 'do mal' também. O planejamento para o momento das obras é desconexo com o volume de fluxo e invariavelmente aqueles que dependem do acesso enfrentam trânsito ainda maior do que o esperado, mas não é só. Presa no tal trânsito, cliquei a sujeira que se acumula nas laterais: por certo culpa dos usuários mal-educados, capazes de lançar fora do automóvel seus pacotes de biscoito, latas de refrigerante ou garrafas de água, mas também dos funcionários responsáveis pela melhoria, pois vemos sacos e mais sacos de cimento ou outros materiais usados nas obras. Uma vergonha.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Carnaval: êxtase de olhos puxados

Carnaval: evolução mangueirense

Carnaval

Não, as férias não se estenderam até meados de março, mas, ao retornar, não consegui administrar o tempo do trabalho e postar tornou-se um luxo que eu não poderia desfrutar. Hoje me determinei: devo quebrar o silêncio ou terminarei nele.

Chegamos no sábado depois do carnaval, mas já com lugares marcados na Sapucaí. Pude, apesar de chegar no fim, ver minha escola do coração e me emocionar.
A oportunidade exigia que deixássemos as malas em casa e saíssemos novamente, portanto, foi no dia seguinte que nosso ritual 'retorno de viagem' se realizou: FEIJOADA no Academia da Cachaça.