sexta-feira, 14 de maio de 2010

Tráfego

A luz e o clima fizeram da tarde carioca algo especial. E ainda ganhei um presente excepcional: nada de trânsito horrível.

PUC: oficina e almoço

O pessoal do Núcleo de Memória é super competente e se faz parceiro todas as vezes. Um privilégio serem eles os promotores da Oficina de Digitalização oferecida aos graduandos em História. Depois, papo e almoço gostoso com uma professora no restaurante do Planetário. Um agradável dia de trabalho!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Os bons riscos da vida

Ali, do lado do 'Mirante da Prainha', a placa que nos impediu de passar e ir para Grumari... Tudo bem, quem conhece a região pode dizer "Mas por que não deram a volta? Por que não foram por outro caminho?". E eu respondo. "Além da fome? Porque o lugar estava celestial...."

domingo, 9 de maio de 2010

Estrela do Sul: Dia das Mães, segunda versão

Muito papo e muitos planos no meio de um bocado de barulho. Confusão boa!

Carinho matutino

Presente de Dia das Mães: mesa posta quando levantei e guloseimas especiais. Mas o melhor de tudo: estarmos todos juntos.

sábado, 8 de maio de 2010

Prainha: Dia das Mães, primeira versão

Promoveríamos um único almoço com as respectivas mães, mas confusões e compromissos impediram. Hoje almocei com a minha, amanhã almoçaremos com a dele. O de hoje foi uma surpresa agradável. Surpresa por não conhecermos o lugar, mas também por ser escolhido na contingência: o cunhado indicou um peixe num lugar bonito, mas as chuvas do Rio impediram nossa passagem e ficamos num outro peixe e em outro lugar bonito. A tarde foi um presente: o clima, o ambiente, a comida e até a atendente! Ela era um amor...
Não visitava a Prainha - distante do centro do Rio - há uns 20 anos (!), mas a beleza do entorno se manteve e é lugar a ser visitado mais vezes!

'Mirante da Prainha': ombrelones à distância

pastéis de camarão, siri e queijo & pargo na brasa

flores do lugar

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE (2)

Confraternização em meio ao Seminário.A chance de ouvir outros sotaques dizendo da História e da vida. Conversas sérias e outras nem tanto. Sorrisos e 'causos'. Oportunidades raras, pessoas únicas. Um jantar divino!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE (1)

Casa cheia e um dia de emoção. Estávamos na UERJ, uma das 'casas' de Manoel Salgado. O conferencista era o presidente da ANPUH, seu amigo e na função que há pouco o próprio Manoel ocupara. E ali estávamos nós, seus professores, seus alunos, seus amigos, seus leitores - os historiadores. Muitas foram as palavras e as lembranças, especialmente num dia dedicado às relações da História com a Memória.

Mas foi dia de emoção também pela conferência inspirada de Durval Albuquerque, pela oportunidade de sentar-me à mesa com Ulpiano Menenes e Luciana Heymann e por poder ver o sempre sorriso dos alunos. Foi muito bom! E amanhã tem mais!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O VALOR DA HISTÓRIA HOJE

Bons pesquisadores, boas cabeças e o desejo de pensarmos nosso ofício. Promete.
Minha mesa é no primeiro dia.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Privilégio

Essa semana perdi duas grandes pessoas. Um mestre e um amigo. O mestre conheci no Rio, na graduação e acompanhou-me em várias etapas da formação até nos tornarmos colegas de profissão. Sua capacidade e rigor era dosada com uma generosidade incomparável no meio acadêmico e fazia dele alguém muito, mas muito especial. Fico feliz de ter, mais de uma vez, verbalizado o quanto gostava de ouvi-lo. Ele sabia. Sinto saudades desde sempre, mas quero aqui louvar o privilégio de tê-lo conhecido. Manoel Salgado.
Roubei a imagem de uma grande amiga: começamos juntas nossa trajetória e a admiração pelo mestre era a mesma. Obrigado Ivana.

Terça animada

Outra amiga querida, outro livro lançado. Ipanema, Livraria da Travessa e o Botafogo presente... Tudo de bom.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Dia de festa no Engenhão

Domingo: noite linda para o amistoso com o Corínthias.
Era entrega das faixas de Campeão Carioca...
O Engenhão foi só festa para celebrar o Botafogo!de joelhos

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Garça solitária

Depois das chuvas, o canal com sua água barrenta acolheu - fora do lugar - uma garça da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Ler os céus

As chuvas no Rio de Janeiro deram uma trégua, mas no último sábado, antes de sair da cidade, não sabia como interpretar o que o céu me dizia: sua negritude sugeria chuva, mas o rasgo de azul enfrentava a densa nuvem... No privilégio do depois posso dizer: não choveu.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Confeitaria Colombo

Prometo que num chá da tarde faço fotos pessoais, mas depois de citá-la e não ter imagens adequadas, senti-me compelida a trazer de outros olhares.
Aqui, o salão onde ocorreu o casamento e o buffet.
http://flaviaalmas.blogspot.com/2009_09_01_archive.html

Antes da chuva, a felicidade

Casamento de ex-aluna que ganhou o mundo e hoje faz mestrado em Madrid. Linda todos os dias, ganhou um dia especial na Confeitaria Colombo, um dos endereços mais tradicionais e belos de nossa cidade. As fotos não fazem jus ao evento, mas merece o registro.

Mesa e companhia de queridos alunos, ex-alunos e professores.

Os noivos, as amigas e a felicidade.A barra da saia do vestido: os nomes das solteiras...Segundos antes de lançar o buquê.

Anúncio...

...não do clima, mas da necessidade de reformas: urbanas e de hábitos.

Há duas semanas, cliquei o Cristo - símbolo da cidade - com as estruturas para reforma e hoje, depois das chuvas, para além da informação sobre o que nos ocorre no dia-a-dia da cidade, seu sentido se multiplicou.

A chuva e o caos

Sem postar há um tempinho, havia outros assuntos para comentar, mas o impacto do último me fez alterar a ordem das coisas.
Segunda, dia 5 de abril, saí da escola da filha debaixo de temporal impiedoso. Nos vários caminhos para casa, tudo algado e carros parados. Na expectativa de chegar e na esperança de ruas em melhores condições, enfrentei uma contra-mão onde já não víamos o asfalto; passei por várias ruas do mesmo modo e, pertinho de casa, acabei com água quase na janela. Consegui subir na calçada, próximo a um prédio, garantindo que o lado do carona ficasse sem água e o lado do motorista com pouca água. O choro da filha desesperada vendo a água entrar já não era contido com a idéia de 'aventura' que conseguira manter, mas foi revertido quando o pai, à pé, chegou onde estávamos. Nós duas saímos do carro e seguimos à pé para casa. O pai, depois de ver um carro branco (abaixo) ser empurrado e passar diante de nós, identificou passagem por onde era possível conduzir e chegar em casa. Perdi a placa e o carro agora faz um barulho estranho.
Ontem, terça, depois de uma madrugada de temporal incessante, o Rio de Janeiro expôs toda sua fragilidade: da singularidade da natureza que retém água da chuva aos descaminhos da urbanização - onde o asfalto impede a absorção - e da política, somados à falta de educação dos moradores - que rotineiramente lançam nas ruas e rios o lixo -, tudo contribuiu para uma tragédia .
Lugar mais alto na calçada onde consegui ficar.

Automóvel que foi empurrado.