A luz e o clima fizeram da tarde carioca algo especial. E ainda ganhei um presente excepcional: nada de trânsito horrível.
Uma carioca que foi morar em Petrópolis quando pequena e entre idas e vindas está de novo na cidade
sexta-feira, 14 de maio de 2010
PUC: oficina e almoço
O pessoal do Núcleo de Memória é super competente e se faz parceiro todas as vezes. Um privilégio serem eles os promotores da Oficina de Digitalização oferecida aos graduandos em História. Depois, papo e almoço gostoso com uma professora no restaurante do Planetário. Um agradável dia de trabalho!



quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Os bons riscos da vida
Ali, do lado do 'Mirante da Prainha', a placa que nos impediu de passar e ir para Grumari... Tudo bem, quem conhece a região pode dizer "Mas por que não deram a volta? Por que não foram por outro caminho?". 
E eu respondo. "Além da fome? Porque o lugar estava celestial...."
domingo, 9 de maio de 2010
Carinho matutino
sábado, 8 de maio de 2010
Prainha: Dia das Mães, primeira versão
Promoveríamos um único almoço com as respectivas mães, mas confusões e compromissos impediram. Hoje almocei com a minha, amanhã almoçaremos com a dele. O de hoje foi uma surpresa agradável. Surpresa por não conhecermos o lugar, mas também por ser escolhido na contingência: o cunhado indicou um peixe num lugar bonito, mas as chuvas do Rio impediram nossa passagem e ficamos num outro peixe e em outro lugar bonito. A tarde foi um presente: o clima, o ambiente, a comida e até a atendente! Ela era um amor...
Não visitava a Prainha - distante do centro do Rio - há uns 20 anos (!), mas a beleza do entorno se manteve e é lugar a ser visitado mais vezes!
Não visitava a Prainha - distante do centro do Rio - há uns 20 anos (!), mas a beleza do entorno se manteve e é lugar a ser visitado mais vezes!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O VALOR DA HISTÓRIA HOJE (1)
Casa cheia e um dia de emoção. Estávamos na UERJ, uma das 'casas' de Manoel Salgado. O conferencista era o presidente da ANPUH, seu amigo e na função que há pouco o próprio Manoel ocupara. E ali estávamos nós, seus professores, seus alunos, seus amigos, seus leitores - os historiadores. Muitas foram as palavras e as lembranças, especialmente num dia dedicado às relações da História com a Memória.
Mas foi dia de emoção também pela conferência inspirada de Durval Albuquerque, pela oportunidade de sentar-me à mesa com Ulpiano Menenes e Luciana Heymann e por poder ver o sempre sorriso dos alunos. Foi muito bom! E amanhã tem mais!


segunda-feira, 3 de maio de 2010
O VALOR DA HISTÓRIA HOJE
Bons pesquisadores, boas cabeças e o desejo de pensarmos nosso ofício. Promete.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Privilégio
Essa semana perdi duas grandes pessoas. Um mestre e um amigo. O mestre conheci no Rio, na graduação e acompanhou-me em várias etapas da formação até nos tornarmos colegas de profissão. Sua capacidade e rigor era dosada com uma generosidade incomparável no meio acadêmico e fazia dele alguém muito, mas muito especial. Fico feliz de ter, mais de uma vez, verbalizado o quanto gostava de ouvi-lo. Ele sabia. Sinto saudades desde sempre, mas quero aqui louvar o privilégio de tê-lo conhecido. Manoel Salgado.Roubei a imagem de uma grande amiga: começamos juntas nossa trajetória e a admiração pelo mestre era a mesma. Obrigado Ivana.
Terça animada
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Confeitaria Colombo
Prometo que num chá da tarde faço fotos pessoais, mas depois de citá-la e não ter imagens adequadas, senti-me compelida a trazer de outros olhares.
Aqui, o salão onde ocorreu o casamento e o buffet.
http://flaviaalmas.blogspot.com/2009_09_01_archive.htmlAntes da chuva, a felicidade
Casamento de ex-aluna que ganhou o mundo e hoje faz mestrado em Madrid. Linda todos os dias, ganhou um dia especial na Confeitaria Colombo, um dos endereços mais tradicionais e belos de nossa cidade. As fotos não fazem jus ao evento, mas merece o registro.
Mesa e companhia de queridos alunos, ex-alunos e professores.
Os noivos, as amigas e a felicidade.A barra da saia do vestido: os nomes das solteiras...
Segundos antes de lançar o buquê.
A chuva e o caos
Sem postar há um tempinho, havia outros assuntos para comentar, mas o impacto do último me fez alterar a ordem das coisas.
Segunda, dia 5 de abril, saí da escola da filha debaixo de temporal impiedoso. Nos vários caminhos para casa, tudo algado e carros parados. Na expectativa de chegar e na esperança de ruas em melhores condições, enfrentei uma contra-mão onde já não víamos o asfalto; passei por várias ruas do mesmo modo e, pertinho de casa, acabei com água quase na janela. Consegui subir na calçada, próximo a um prédio, garantindo que o lado do carona ficasse sem água e o lado do motorista com pouca água. O choro da filha desesperada vendo a água entrar já não era contido com a idéia de 'aventura' que conseguira manter, mas foi revertido quando o pai, à pé, chegou onde estávamos. Nós duas saímos do carro e seguimos à pé para casa. O pai, depois de ver um carro branco (abaixo) ser empurrado e passar diante de nós, identificou passagem por onde era possível conduzir e chegar em casa. Perdi a placa e o carro agora faz um barulho estranho.
Ontem, terça, depois de uma madrugada de temporal incessante, o Rio de Janeiro expôs toda sua fragilidade: da singularidade da natureza que retém água da chuva aos descaminhos da urbanização - onde o asfalto impede a absorção - e da política, somados à falta de educação dos moradores - que rotineiramente lançam nas ruas e rios o lixo -, tudo contribuiu para uma tragédia .
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