segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sir Paul McCartney no Engenhão

Há 11 anos atrás assisti ao show do Paul McCartney no Maracanã. Foi demais.
Um super concerto com uma qualidade técnica pouco vista além de ser Paul McCartney. Achei sensacional.
Ontem, adorei . Considerei a performance mais próxima não só pelo esforço de Paul em falar português, mas sobretudo por emanar uma sensação de que ele 'sentia-se em casa' ,  algo como se soubesse o que ia acontecer...  um conforto bom, de diálogo com o público. Da outra vez assisti no meio da confusão, perto de um canhão de luz, agora, assisti em circunstâncias favoráveis, num camarote, sem as tradicionais dificuldades para banheiro, sentar, e etc. (apesar de ter visto que foi tudo tranquilo para quem não estava na minha situação). Por que o comentário?! Porque apesar do conforto, gostei mais de 1990:  sem estar lá no meio, a vibração foi outra. A experiência continuou maravilhosa, mas, nostalgia ou não, fiquei com saudade da sensação de antes.

 Emoção apoteótica.
 A beleza arquitetônica do Engenhão somou-se às luzes da platéia. Foi lindo.
Com a camisa da seleção brasileira
 Gran Finale

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