quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Bacalhau da ida

Talvez tenha sido a expectativa, mas no domingo que anteceu nossa viagem a Portugal, o marido quis comer bacalhau. Fomos ao Bacalhau do Rei. De lá tenho ótimas lembranças afetivas e gustativas, seja do tempo já distante do Projeto Memória na Globo, seja do tempo mais recente, do reencontro - que sempre me emociona - com a Maria Manuela, professora e orientadora de graduação.
 O bolinho de bacalhau é sempre divino e os pratos, fartos, sempre foram especiais. Mas desta vez não foi tão bom. O prato estava muito gorduroso, sem a qualidade de sempre, e o primeiro garçom que nos atendeu sequer explicou que poderíamos pedir meia porção, já que apenas dois de nós comeriam o bacalhau (levamos para casa mais de 2/3 do prato ). A gentileza e simpatia do segundo garçom e o bolinho garantem o retorno, mas teremos cuidado da próxima vez.
 Menos de uma semana depois, embarque na TAP.
Do outro lado do Alântico não houve senões nas refeições.

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