Desde que me entendo por gente, uso produtos Granado.
Os sabonetes Phebo, especialmente o cravo, são o cheirinho da minha madrinha
e acredito mesmo que aprendi a amar os glicerinados por causa deles. O polvilho antipséptico é referência da tia-avó, e o nome mesmo - Granado - soa como as certezas (ilusões) boas com as quais montamos nossa identidade local: era pra mim o desenho de um Rio antigo, vivido por meus familiares mais velhos. O passado como autoridade e como colo. No dia da visita à exposição do Escher, caminhei um pouco pela Primeiro de Março para mostrar a cidade à filha. Havia me esquecido da Granado e foi uma surpresa boa encontrá-la com suas claras vitrines (montras) e pesada porta com ferragens antigas. Podia ter tirado uma foto, esqueci. Terei de voltar... Oba!
Nenhum comentário:
Postar um comentário